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Juros de empréstimo: o que é, como funciona e como calcular

Entender sobre juros de empréstimos pode parecer um bicho de sete cabeças para algumas pessoas. Porém, é fundamental entender como eles funcionam, sobretudo se você estiver pensando em pedir um crédito ao banco ou financeira. Sendo assim, saber o valor total e quanto irá pagar a mais vai te ajudar a se planejar melhor.

E esse cálculo vale tanto para um empréstimo, quanto para uma dívida de cartão de crédito. Por isso, se você tem dúvidas sobre quanto custam os juros de algum acordo, fique atento a esse texto. Vamos te explicar tudo sobre juros e como eles funcionam em cada modalidade de negócio.

 

O que são juros?

Os juros são entendidos como uma relação entre o valor de uma dívida ou conta e o tempo em que o devedor leva para pagá-la. Eles podem aparecer em transações bancárias, empréstimos, compras a prazo e aplicações financeiras. Além disso, eles determinam o valor final de cada uma dessas transações.

Em outras palavras, os juros funcionam como uma espécie de compensação sobre o tempo que o dinheiro foi investido ou emprestado. A seguir falaremos sobre duas modalidades de juros, que são o simples e o composto, e as principais diferenças entre cada um deles.

 

 Juros Simples

Os juros simples é calculado primeiramente sobre capital inicial. Sendo assim, você será cobrado de acordo com o montante inicial. Vamos supor que você tenha pego emprestado o total de R$ 1.000 a um juros simples de 8%. No cálculo final, você irá devolver uma parte desse valor, acrescido os juros de R$ 80.

Para saber quanto irá pagar no final de tudo, calcule os juros de cada parcela até quitar a dívida. Ou seja, se foram 3 parcelas, você deverá multiplicar 80×3 e ao final terá o valor de R$ 240 apenas de juros.

 

 Juros Compostos

Já os juros compostos são aplicados sobre o montante, somando os juros de cada período. Eles também são conhecidos como “juros sobre juros”. Quer entender melhor? Vamos te explicar como esse cálculo funciona.

Imagine-se solicitando um empréstimo de R$ 1.000, assim como você fez com os juros simples. Mas no caso dos juros compostos, esse cálculo será feito em cima do valor do empréstimo, acrescido a ele o valor dos juros cobrados nos meses anteriores (com exceção da primeira parcela, quando os juros cobrados são em cima do capital inicial).

 

Como funcionam os juros do cheque especial?

Essa é uma dúvida muito comum entre pessoas que solicitam o cheque especial com frequência, mas não tem noção de quanto estão pagando de juros. Nesse tipo de empréstimo, são cobrados juros compostos, com valores altíssimos. Ou seja, eles podem chegar a mais de 300% ao ano, ou seja, evite esse tipo de negociação.

Para quem precisa solicitar um crédito num momento de emergência, o empréstimo pessoal ainda é a melhor opção. Isso porque, os juros são muito mais baixos do que os do cheque especial. E como funcionam os juros em outros tipos de empréstimo? Falaremos mais adiante.

 

Conheça os juros em cada tipo de empréstimo.

Já sabemos que o mercado financeiro oferece diversas possibilidades de créditos, com taxas de juros diferentes. Vamos listar os principais para que você tenha uma noção de como funcionam os juros de empréstimo.

 

 Crédito Consignado

O crédito consignado é considerado a melhor modalidade de empréstimo. Isso se dá ao fato de que os juros são os menores que existem e as possibilidades de pagamento também são mais suaves que outros tipos de crédito.

Por exemplo, o desconto é realizado diretamente na folha de pagamento, o que significa uma maior segurança para o banco. Por esse motivo, os juros cobrados são bem inferiores.

No entanto, esse é um tipo de empréstimo que beneficia apenas um grupo de pessoas. Ou seja, apenas pensionistas e aposentados do INSS, servidores públicos e funcionários de determinadas empresas particulares têm acesso a esse crédito. Mas, sem dúvidas, essa é a melhor opção de longe.

 

 Refinanciamento de Imóveis

Outro tipo de empréstimo interessante para quem busca taxas de juros mais baixas é o refinanciamento de imóvel. Nesse caso, o proprietário irá oferecer seu imóvel como forma de garantia para o pagamento de alguma dívida.

Em outras palavras, se ele não puder pagar o valor total, o banco poderá tomar o imóvel. Como os juros costumam ser mais baixos, o valor do empréstimo pode ser maior e a dívida pode ser quitada em até 20 anos. Porém tudo vai depender do valor do imóvel.

 

 Antecipar 13º

Quando o cliente decide optar por essa modalidade de empréstimo, deve ter em mente tanto os benefícios, quanto as desvantagens. Primeiramente, ele corre o risco de ser cobrado, mesmo que não tenha saldo na conta. Ou seja, pode ser gerado um problema, caso o 13º salário não tenha sido depositado.

Além desse risco, a pessoa ainda irá comprometer seu salário num momento em que os gastos são maiores, que é o período de final de ano. Ou seja, além dessa dívida, ele poderá adquirir gastos extras com férias, compra de material escolar, entre outras situações.

Sendo assim, essa pode ser uma solução rápida, porém arriscada. Então, entre em contato com uma financeira da sua confiança para saber qual a melhor opção para você.

Por fim, entender como os juros de empréstimo são aplicados pode te livrar de dores de cabeça futuras. Além disso, você terá mais confiança no momento de pedir o seu crédito, e saberá exatamente o seu débito final junto ao banco.

 

Gostou? Então fique por dentro das novidades da CredExpress e as possibilidades de empréstimo disponíveis na empresa. Caso esteja em dúvidas sobre esse assunto, entre em contato e saiba mais.

 

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